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06/01/2021 Artigo Indústria e Produção

O Desafio de Melhorar as Operações do Chão de Fábrica

<p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">As indústrias são cada vez mais cobradas no sentido de cortar custos, melhorar a produtividade, serem mais rentáveis, e ainda ampliar e manter a fidelidade do cliente, pressionadas pelo aumento contínuo da competição. Acionistas querem resultados na forma de lucros e clientes querem produtos de qualidade a preços menores.</span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Essa pressão por resultados gerou um grande número de iniciativas com a adoção de tecnologias e metodologias de gestão, para que toda a organização trabalhe engrenada para aumentar a eficiência, melhorar o rendimento e construir laços duradouros com os clientes.</span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Entretanto, não é incomum, nas indústrias, a área de produção ou o conhecido chão de fábrica ser uma das últimas áreas contempladas com modernas tecnologias de gestão. É normal grandes investimentos em máquinas, equipamentos e melhorias de processos de produção. Mas o mesmo não ocorre com as técnicas de gestão de manufatura. Isso não chega a ser surpresa, pois se você considerar que os ambientes de produção podem ser particularmente complexos, com um número sem fim de operações e processos, oferecendo infinitas possibilidades de programação, o que exige conhecimento, habilidade e experiência das pessoas para lidar com essa complexidade.</span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><strong>Provavelmente você já tentou diversas coisas antes de chegar até aqui</strong></span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Na década de 70 e 80, o planejamento das necessidades de materiais (MRP) e um pouco mais tarde planejamento de recursos (MRP II) se tornaram populares e ajudaram inúmeras empresas a melhorarem a gerência dos materiais e a terem um mínimo de técnica mais apurada no planejamento dos recursos de produção. Já nos anos 90, os sistemas integrados de gestão (ERP) possibilitaram às organizações criar um único e coeso banco de dados, capaz de assegurar o gerenciamento de todo o negócio de forma transparente e segura. Entretanto, os sistemas ERP avançaram pouco ou quase nada nos processos de planejamento e programação da produção da manufatura, propriamente dita. Já nos anos 2000 em diante temos ouvido falar muito sobre o gerenciamento da cadeia de fornecimento (Supply Chain Management - SCM) que afirma ajudar fabricantes a se tornarem mais eficientes através do gerenciamento de toda a cadeia de suprimentos, incluindo a gerência da logística e a conexão dos fornecedores de matérias primas e insumos. </span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><strong>Mas a pergunta é: será que você e sua empresa estão preparados para uma solução inteligente e integrada de Supply Chain Management? </strong></span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Lembre-se que estas soluções nem sempre atendem às necessidades pontuais de gerenciamento para cada elo da cadeia. Em consequência, o gerenciamento das operações do chão de fábrica, bem como a própria programação da produção ficam, na maioria das vezes, totalmente fora do sistema, sendo realizadas de forma manual, com o auxílio de planilhas eletrônicas, por alguns funcionários chaves que têm todo o conhecimento em “suas cabeças”. Com muitas restrições operacionais, fragilidade nos dados, registros e documentações, necessidade de reagir a eventos imprevistos como pedidos urgentes e quebras do equipamento, é comum encontrar no chão de fábrica um ambiente realmente caótico, estressado, acarretando atrasos em relação às datas de entrega definidas, uso de horas extras não planejadas e excessiva expedição de pedidos parcialmente completos.</span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><strong>A boa nova trazida pelos Sistemas APS  </strong></span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A notícia boa é que é exatamente no chão de fábrica onde as organizações podem encontrar o maior grau de retorno dos seus esforços de melhoria. Hoje, com as tecnologias e as metodologias de melhoria disponíveis as indústrias bem sucedidas estão mirando agressivamente no chão de fábrica, para implementar soluções em sistemas de gestão de manufatura que lhes proporcionem os resultados e benefícios que muitas vezes não encontraram com a implantação de outros sistemas. </span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Uma das mais importantes dessas soluções são os <em>sistemas APS -</em> <em>Advanced Planning and Scheduling</em>. Trata-se de um sistema avançado de planejamento e programação da produção, baseado em capacidade finita dos recursos, que utiliza algoritmos e heurísticas sofisticadas, que oferecem funcionalidades para o perfeito gerenciamento de operações do chão de fábrica. Fornecem a habilidade de planejar e programar de forma eficaz ambientes de produção complexos. Podem fornecer, em tempo real, o modelo exato do chão de fábrica, possibilitando que seus usuários consigam efetivamente planejar e programar as operações produtivas. Mas do que isso, com um APS é possível prever antecipadamente os problemas e encontrar uma solução, antes mesmo que eles ocorram. Isto significa ter um sistema proativo e não reativo. Tudo isto pode ser traduzido em novas habilidades para sua empresa encontrar oportunidades para aumentos do rendimento, controles de custo e a satisfação de cliente. </span></span></p> <p style="text-align:justify"><span style="font-size:14px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Idealmente os softwares APS devem operar de forma integrada com outros sistemas (ERP, MES - Manufacturing Execution System), extraindo e enviando informações necessárias ao planejamento e controle das operações com dados reais do chão de fábrica. Mas também podem ser usados de forma autônoma, quando os outros sistemas de gestão da empresa não dispõe dos dados e cadastros necessários ao APS. Os sistemas APS podem operar em um nível extremamente detalhado, modelando todas as funções da produção a fim prever e controlar as operações, criando um verdadeiro digital twin da planta. Criam programações de produção levando em conta as datas de entrega desejada, a capacidade efetiva de recursos produtivos, como máquinas, equipamentos e mão-de-obra, as restrições operacionais e as regras de cada negócio<span style="color:navy">. </span></span></span></p>

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